Domingo, Maio 03, 2009

Favor esperar


Vamos esperar que as coisas se ajustem para que possamos pensar no futuro.

As dúvidas são tantas em todas as tentativas que se tem, que dá vontade de esperar sentado por que em pé vai cansando a gente.

Os desequilíbrios são inúmeros e sempre alcança todas as áreas. As coisas são tratadas, em todos os níveis, com uma brincadeira de acerta e erra. Nada se define de forma consciente, madura e com objetivo estratégico.

Os valores se foram e ficou o oportunismo. O respeito deixou seu trono e sumiu de nós e como fica a vida, nessa roleta russa.

Nosso poder judiciário foi às forras com ele mesmo, nosso congresso descongressou, nosso executivo brinda o inimaginário como se fosso uma simples equação lógica.

E o povo que pensa que pensa e nada resiste ou mais deseja? E a família que se esvai na fantasia de que está indo, quando tá mais voltando ao ponto inicial dos deszelo. O que fazer? E a educação, saúde e serviços socoais que estão de férias.

Resta, nesse pessimismo meu, uma gripe de chiqueiro que assola a mente, causa medo e desvia a discussão dos fatos reais.

Vamos assim até quando????

Publicado por Marcos Maia @ 5/03/2009 12:21:00 AM

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Sábado, Novembro 15, 2008

RIO DE JANEIRO CONTINUA LINDO

A sede da Empresa que trabalho é no Rio de Janeiro e fui substituir o meu chefe, em suas férias e ai eu passei mais de um mês naquela cidade encantadora. Fiquei em Hotel e ai complica um pouco. A gente fica sozinho e às vezes deixa de conhecer coisas que confinamento nos tira.

Mas vamos falar do Rio. Cidade com história e zelo pelos cariocas. Cada rua do Centro conta um pedaço do Brasil, da Colônia, da música, da cultura. As praças por si só falam do passado. As pessoas são comunicativas e gostam de nordestinos. Isso é bacana. Como nordestino às vezes em determinadas cidades eu me sinto um pouco aquém do que eles queriam que eu tivesse me originado. Sou nodestino de cabeça chata e não sei negar, nem posso a minha origem.

Então, ficar no Rio de Janeiro faz bem demais a gente. Embora os jornais e a TV só tragam no noticiário da manhã coisas estarrecedoras da violência, a gente se esquiva e curte o belo, o histórico e o cultural.

A minha Empresa está no trigésimo andar e de lá se vê a paisagem mais bonita que eu conheço. Viva o Rio de Janeiro com todos os seus problemas, pois vale a pena curtí-lo bem.

Publicado por Marcos Maia @ 11/15/2008 12:37:00 PM

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SALÃO DO AUTOMÓVEL

Fui ao Salão do Automóvel, em SP. Aliás estava lá a serviço, pois a Empresa que trabalho tinha um estande e fui acompanhar o evento. Muito bonito, muita gente, muitos carros e muitas mulheres nos carros. Até ficava em dúvida se a exposição era de carros ou de mulheres. Mas isso é marketing e se a mulher move o mundo, não só o comércio, tinha que está lá. Firme e bela, com silicone e tudo mais que se pode desejar.
Lembro-me de quando Collor, ex-presidente, chamou nossos carros de carroças e dali tudo mudou. Ele tinha razão e acho que fez certo. Talvez uma das coisas que me faz lembrar dele de forma agradável. Ele ajudou a mudar os nossos transportes. O Brasil está fabricando carros de nível internacional e trouxe muita coisa boa para cá. Inclusive empregos.
Mas o que me chamou atenção nessa feira, foi o prazer que brasileiro tem de olhar, de conhecer e de testar o novo; o automóvel moderno.
Penso que entendemos um carro novo, objeto de um consumo induzido na nossa cultura de forma desnecessária, como um brinquedo. Sabe lá o que é assumir umas dezenas de prestações que podem chegar a comprometer a vida nas horas imprevisíveis do destino, mas quem não gosta de uma carro novo?
E ai, meu amigo, a coisa é palpitante. Os carros modernos, cheios de fricotes e artefatos foram as estrelas do Salão, mais do que as mulheres siliconadas e quase nuas. Mas sabe lá quantos consumidores de brinquedos de gente rica e grande, estão hoje fazendo contas e coçando a cabeça.

Publicado por Marcos Maia @ 11/15/2008 12:10:00 PM

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BANCO DE TALENTOS DA FEBRABAN

Uma música minha e de Bebé de Natércio, chamada "Contemplação" foi classificada para o "Banco de Talentos" da FEBRABAN e fui a São Paulo na semana passada participar do evento, com apresentação no CityBank Hall e tudo mais. Foi muito legal. Deverá sair um CD com todos os participantes - vários Artistas de todo o Brasil. Foi muito bom e venho mantendo uma tradição, graças a Deus, essa já é a quarta vez que estamos lá.

No sábado dia 099/11 houve um jantar com todos e o cantor e compositor romântico, sabista e tradicional, José Domingos, estava lá para conversar com a gente. Foi muito legal.

Cantar na noite é um grande desafio, cantar na noite em São Paulo, mais ainda e José Domingos está na estrada desde 1960, tendo passado pelas melhores casas noturnas de São Paulo, guardando um respeito e uma admiração por aquela gente que se torna admirável. São quase cinquenta anos de vida agradando o povo com os pedidos, lavando almas e curando a tristeza de quem ama e não é correspondido. Salve José Domingo.

O melhor de tudo isso é que esse virtuoso é simples, toca um violão de forma preciosa e faz belas canções. Como eu gostei de conhecê-lo.


Publicado por Marcos Maia @ 11/15/2008 11:54:00 AM

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Sábado, Julho 19, 2008

Minha Música, Meu CD


Crédito de parte das músicas gravadas neste CD

Fonte de Inspiração

(Compositor: Marcos Maia)

Voz ? Marcos Maia

Violão ? Cristiano Oliveira

Violão de 7 cordas ? Zé Badu

Cavaquinho ? Poty Júnior

Contrabaixo e percussão ? Jorge Negrão


Choro Pecado

(Compositores: Bebé de Natércio e Marcos Maia)

Voz ? Marcos Maia

Violão de 7 cordas ? Zé Badu

Violão ? Cristiano Oliveira

Contrabaixo e percussão ? Jorge Negrão

Bandolim ? Luciana

Flauta transversal: Chico Lopes

Cavaquinho ? Poty Júnior

Sal da Saudade

(Compositores: Marcos Maia e Bebé de Natércio)

Voz ? Marcos Maia

Violão e viola de 10 cordas ? Cristiano Oliveira

Violino ? Merlânio Maia Filho

Contrabaixo e percussão ? Jorge Negrão

Muringa ? Vitor Ramalho


Musa do Mar

(Compositores: Bebé de Natércio e Marcos Maia)

Voz ? Marcos Maia

Violão ? Cristiano Oliveira

Baixo e percussão ? Jorge Negrão

Bateria ? Vitor Ramalho

Trombone ? Sandoval Moreno

Cavaquinho ? Poty Júnior


Filosofando

(Compositores: Agostinho Fonseca / Marcos Maia)

Voz ? Marcos Maia

Violão ? Cristiano Oliveira

Violão de 7 cordas ? Zé Badu

Cavaquinho ? Poty Júnior

Contrabaixo e percussão ? Jorge Negrão

Flauta ? Lizete

Medo

(Compositores: Bebé de Natércio / Marcos Maia)

Voz ? Marcos Maia

Violão ? Cristiano Oliveira

Contrabaixo e percussão ? Jorge Negrão

Guitarra ? Marcelo Macedo

Bateria ? Vitor Ramalho

Teclados ? Júnior Mattos


Paixão sentida

(Compositores: Francilúzio / Marcos Maia)

Voz ? Marcos Maia

Violão e Violão de aço ? Cristiano Olievira

Contrabaixo ? Jorge Negrão

Bateria ? Vitor Ramalho

Teclado ? Júnior Mattos

Sax alto ? Teinha

Minha outra face

(Compositores: Francilúzio / Marcos Maia)

Voz ? Marcos Maia

Violão ? Cristiano Oliveira

Contrabaixo e percussão ? Jorge Negrão

Piano elétrico ? Júnior Mattos

Bateria ? Vitor Ramalho

Trombone ? Sandoval Moreno


Retalhos da vida

(Compositores: Agostinho Fonseca / Marcos Maia)

Voz ? Marcos Maia

Violão ? Cristiano Oliveira

Violão 7 cordas ? Zé Badu

Contrabaixo e percussão? Jorge Negrão

Flautas ? Lizete e Cornélio

Cavaquinho ? Poty Júnior

Pequeninos segredos

(Compositores: Bebé de Natércio / Marcos Maia)

Voz ? Makários Maia

Violão ? Cristiano Oliveira

Contrabaixo e percussão ? Jorge Negrão

Cavaquinho ? Poty Júnior

Trombone ? Sandoval Moreno

Bateria ? Vitor Ramalho

Receita de amor

(Compositores: Marcos Maia / Agostinho Fonsêca)

Voz ? Marcos Maia

Violão ? Cristiano Oliveira

Violão 7 cordas ? Zé Badu

Contrabaixo e percussão ? Jorge Negrão

Flauta ?Cornélio

Cavaquinho ? Poty Júnior

Bateria ? Vitor Ramalho


Ritual da Paixão

(Compositores: Bebé de Natércio / Marcos Maia)


Voz ? Merlânio Maia

Violão ? Cristiano Oliveira

Contrabaixo ? Jorge Negrão

Sanfona ? Luciana Badu

Cavaquinho ? Poty Júnior

Bateria ? Vitor Oliveira

Participação especial no vocal ? Grupo Clã Brasil








Por toda a minha vida estive envolvido com a música. Sou de uma família que estudou música desde menino, pois quem aprendia música na minha cidade (Itaporanga - PB) e tocava na Banda do Ginásio Diocesano de Padre Zé Sinfrônio, tinha a mensalidade do Ginásio dispensada. Foi assim que concluimos o primeiro grau, eu e cinco irmãos.

Em 1971 participei do primeiro Festival de Música. Foi uma experiência parideira, pois dai em diante sempre estive presente nos festivais, prêmios de músicas, seleções de talentos... E com isso se tornando parte de meu dia a dia, tornei-me uma pessoa que se prestava a todos os momentos musicais que fosse convidado.

Por conta dessas participações ganhei vários parceiros e outros amigos artistas e tive muitas músicas gravadas por eles. Foram mais de trinta músicas gravadas e vários troféus dos eventos que eu guardo de lembrança em minha casa.

Hoje, depois de todo esse tempo, estou tendo a oportunidade de mostrar um trabalho mais autoral, com a minha cantiga (a voz do compositor) feita de forma simples, mas bem carinhosa. Arranjos bons e o máximo de qualidade que pude oferecer.

Então, meu CD está ai, com algumas participações de pessoas importantes para mim e que já vimos há uns tempos, caminhando juntos nessas estradas da música.

Espero que meu trabalho agrade a quem ouvir e que eu ainda possa, com meu parceiros e amigos, desenvolver outras ações musicais que nos façam felizes.

Um beijão e muito obrigado pelo carinho.

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Publicado por Marcos Maia @ 7/19/2008 09:02:00 AM

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Segunda-feira, Julho 14, 2008

AMIGOS, SEMPRE AMIGOS


Nasci político e por isso é que sobrevivi às difícies causas enfrentadas no decorrer da vida de menino, de rapaz e de "senhor". Sou, sociologiacamente, um ser político que preserva amizades e luta para acrescentar sempre, na minha coleção, um novo componente.

Fui por trinta anos funcionário do Banco do Brasil e, chamado para uma empresa Coligada do BB, estou na labuta de forma mais serena e mais agradável, depois de aposentado. No meu dia a dia, agora, tem espaço para os amigos, para um shop no fim de expediente e para algumas visitas de atualização e de boa conversa.

No Centro Automotivo, aonde trabalho, tenho esse cstume; receber amigos, bater um bom papo e atualizar as coisas como dizia Tom Jobim. Sem conversa mole não existe saudade. O informal expande e vara mundo, enquanto a formalidade retrai e assusta àqueles que gostam de rir e viver empaz com todos.

Minha homegem de hoje é para os amigos. Tenho-os, graças a Deus, em todo o País. "Por onde passei levei saudade, a poeira é minha vitamina". Lembro-me do tempo que trabalhei no Maranhão, nos idos de 80 e sem mais pensar, nem lembrar, fui a Fortaleza e lá chegando me encontrei com Evaristo Filho que havia trabalhado comigo. Hoje compositor e cantor de alto nível nas terras de Iracema. E foi bom demais encontrá-lo. Parece que havíamos combinado em viajar no passado ; só boas recordações e uma renovação daquela amizade do século XX, ainda.

Mas é isso ai, na foto acima, amigos de Brasília que me visitaram no trabalho e que me dá motivo para estender o papo para uma mesa de bar e brindar com um límpido e cálido shop bem gelado.

Se amigo não épra isso, pra que se inventou.

Publicado por Marcos Maia @ 7/14/2008 03:58:00 PM

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Quinta-feira, Julho 10, 2008

POESIAS DE UM MOMENTO

Viagem de corpo e alma

(Marcos Maia)

Meu coração passeia
pelos becos dos sonhos,
em busca da cumplicidade.

Minha alma viaja
pelos sentimentos
dos amores vividos.

Meu corpo só se lembra
dos momentos e guarda
os aromas como seus troféus.

São marcas de uma vida,
sem cicatrizes e sem dor,
pois o amor tem idas e voltas.

O amanhã se aguarda, sem pressa!!!


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Amor cartesiano
(Marcos Maia)


Eu disse a mim
que o amor existe
e mesmo assim
fiquei meio confuso
pois se o amor existe
eu sou ângulo obtuso
e ele um ângulo reto
e sempre me acuso.

Na matemática
cartesianamente
o amor não cabe
aqui na minha mente
Na vida, um enigma
para se conviver.
O amor, me deita, me cala
e me ama. Só quando ele quer.


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Dúvidas
(Marcos Maia)

Reli vários versos
que achei nas gavetas
com frases e rimas
do meu coração.


Momentos passados,
vividos, ausentes,
mas fazem presentes;
são recordações.
que vivo ainda hoje.

O amor não se vai
ele é feito de encantos
que vão e que voltam.

E a gente não sabe
se é sonho ou razão.

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Poesia de nada

A distância nos separa
a saudade nos recorda
o desejo nos acorda
nossa lembrança não para
penso e vejo a sua cara
você dai vê a minha
e essa vida caminha
pelos becos do amor
matando um pouco da dor
por meio dessa telinha.

Marcos Maia


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Viagem
Marcos Maia

Abro gavetas em casa
procurando o quê?
? Lembranças!
Mas vêm saudades.

Que busca é essa
que só me maltrata e fere.

Se eu estou longe,
não precisava
caçar passado.
Bastava pensar na volta!



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O Pão que Alimenta.
(marcos maia)

Eu sou a carne e o pão que te alimenta
fortalecendo desejos de teu âmago.
Que eleva ao céu, constelação de afago,
flores, carícia e um banho de água-benta.

Eu sou a chama que em ti se adentra
pela porta divinal e me propago
nos becos de teu corpo. Eu vou e trago
um fogo ardendo que queima e acalenta.

Eu sou a tua fé; a prece na harmonia
de teu eterno sonho, a fantasia
que na libido te faz oferecida.

Eu te alimento. E quando me consomes,
me visto de adereços e codinomes.
Só penso em ti, esqueço a própria vida.

===================================
Saudade

(Marcos Maia)

Meu coração é só saudade viva.
Flores de um jardim, muita esperança.
Aonde a dor cruel não tem lembrança,
local que o amor nasceu e se cultiva.

Meu coração não tem alternativa
para entender o rumo da mudança.
Ao mais antigo amor faz pajelança,
o mais recente transforma em sua diva.

Meu coração coleciona amores,
igual um jarro acolhe muitas flores
para enfeitar a forma de viver.

Preserva cada história, cada fato
de amor, como lembrança, no retrato
da vida, pra saudade não morrer.

(Borboletas de Erika Harrsch)

Publicado por Marcos Maia @ 7/10/2008 10:31:00 PM

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Quarta-feira, Julho 09, 2008

NADA MAIS É COMO ANTES





É verdade! Estava com saudade do cheiro e das cores do Sertão. Lá nasci e me crei com muita alegria, acreditando que a vida estava predestinada nos livros e nos estudos. Tudo seria lá na frente como se planejava. Que sonho bom foi o meu e que estrada eu precisei fazer para estar escrevendo aqui hoje.

O destino da viagem foi Itaporanga - Paraíba. Fui sentir o gosto antigo da terrinha que não a via há doze anos e fui também visitar um grande amigo que está adoentado. Foi boa a viagem, mas é longe demais. Quase quinhentos quilometros de João Pessoa. Mas foi bom; senti o cheiro, vi pessoas conhecidas, antigos amigos e acreditem; o sertão está chovido demais, açudes cheios d'água, fartura na lavoura da roça e alegria na cara do povo. Festa é o que não vai faltar este ano.

Fiquei a refletir se a cidade é a mesma de antigamente. Embora sem grandes surpresas, não encontrei mais as casas que testemunharam minhas peraltices. Tudo está mudado. Embora haja muito grana circulando na cidade, o aspecto mais parece uma grande feira desorganizada, igual a uma cidade de zona franca paraguaia. Cultura mínima e muitos negócios que vão de moambas às coisas de lá mesmo.

Não senti o gosto do sonho nos olhos de meus conterrâneos, mas sim, o olhar de quem quer ganhar sempre. Ruas cheias de gente que compra e que vende. Carros novos e muito barulho. Mas é assim mesmo. Quem mandou eu ter saido de lá em busca de meu sonho. Não sei se certo ou errado, mas parece que Itaporanga não mais é a minha terra natal.

Masmo assim, torço pelo sucesso da querida mãe sertaneja que resistiu a tantos e a todos os cegos de cultura e de esperança.

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Publicado por Marcos Maia @ 7/09/2008 10:55:00 PM

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Sexta-feira, Fevereiro 22, 2008

Show de Socorro Lira


Na quinta-feira, dia 21/02, passei o dia interiro com uma paraibana porreta: Socorro Lira. Poeta, pesquisadora, compositora, cantora de vários CDs e shows.

Foi uma grande surpresa conhecer essa pessoa. Uma carisma enorme e muita graça, sem falar da boa conversa e de sua enorme preocupação com a nossa cultura popular. É realmente gente que se quer ter por perto.

Paixão, não por que ainda é cedo, mas admiração nasceu como nasce mato quando chove no Sertão do Nordeste.

Seu show particamente autoral, carrega a beleza da flôr do mato e o cheiro de melão maduro. Ela canta bem, por que como diz na sua música, talvez não saiba chorar.

Foi uma noite maravilhosa. Acompanhado de amigos e ouvindo a música que precisava ouvir para lavar a alma de poeta e sorrir com gosto de quem come carne seca com farinha.

Parabéns, Socorro pela sua graça e competência e vamos juntar as forças e a benção de Deus para que possamos nos encontrar mais e fazer músicas com o gosto de saudade e a dolência de uma cantiga de dormir gente grande.

Publicado por Marcos Maia @ 2/22/2008 06:27:00 PM

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