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| Sábado, Dezembro 30, 2006 Vai 2006 e a gente espera 2007
Gostaria de ter mais vontade de falar do nosso amigo 2006, que está de passagem, malas prontas e só esperando a hora de ir. Se eu fosse fazer um balanço de sua estada e de sua performance, não teria grandes coisas para desfolhar na cadeia de construção e da produção nacional. Foi um ano atípico; fatos e casos esquisitos aconteceram e quase todos eles ficaram como "restos a pagar" para o seu sucessor.
No Brasil, foi o ano dos escândalos políticos e de péssimos exemplos para a sociedade (cadê a punição). O ano de eleição e de pouca renovação em todas as esferas dos poderes; o ano de baixos sálários e muito desemprego - a economia informal se fortalecendo na marra - o ano em que o poder paralelo colocou a cara na janela, amedrontou e econtinua a amedrontar à todos que vivem nas grandes cidades e por ai vai... No exterior a coisa também andou de pernas bambas: o Iraque sem destino, o Irã colocando as unhas de fora juntamente com a Coreia, os EUA cada vez mais inconsequentes, a ONU sem forças e sem poder, a América Latina seguindo um rumo estranho e o velho Fidel, sumido. Coisas que só mais tarde a gente vai saber como ficará... Assim, fico aqui sem decifrar se 2006 foi bom ou ruim. Ele está indo embora amanhã e 2007 chegará para acalentar as almas que estão penando cheias de esperança. Fica Lula, mais maduro, mais calejado, mas sem um projeto de gestão clara, direcionada para o nosso futuro. Vamos ver o que será. Por isso eu não tenho mais o que comentar. Vamos torcer para que dê tudo certo. Coisa de brasileiro " no fim tudo dará certo, se não, é por que o fim não chegou ainda". Então, restar torcer por 2007 e dizer que estou morrendo de saudade do meu Nordeste, de minha família e de muitos amigos que ficaram em João Pessoa - só irei por lá em fevereiro. Porém para aquetar essa saudade, coloquei um vídeo de Luiz Gonzaga - o Rei do Baião - onde ele mostra que no Nordeste a família é a coisa mais importante que se tem. A canção Chama-se "Boiadeiro" e a recordar o velho Luiz Gonzaga, vale a pena. Publicado por Marcos Maia @ 12/30/2006 09:54:00 PM Sexta-feira, Dezembro 29, 2006 Você aprende!
Vi no "Blog Café Preto" uma mensagem referindo-se a um texto de William Shakespeare, o qual gostei demais e repasso para vocês.
A vida é isso. Vamos descobrindo, copiando e aprendendo. Nada melhor do que compartilhar o que é bom. Publicado por Marcos Maia @ 12/29/2006 09:51:00 PM Quinta-feira, Dezembro 28, 2006 SE NÃO HOUVESSE SAUDADE Se não houvesse saudade, Não haveria tristeza, Se não houvesse saudade Então saudade me invada, Publicado por Marcos Maia @ 12/28/2006 09:16:00 PM MINHA JANELA ![]() Minha janela vive aberta. Dela eu vejo o céu e o mundo. Miro na imagem e crio um sonho como quem procura algo que não existe. Ali traço o meu desejo e o meu caminho. Meus sonhos entram em mim por minha janela e se fazem real, pois ela é a porta da esperança. Se não fosse minha janela o que seria de mim... (Marcos Maia) Publicado por Marcos Maia @ 12/28/2006 07:42:00 PM Terça-feira, Dezembro 26, 2006 Os nossos caminhos e a vida ![]() Os caminhos são os canais que o destino nos dá para serem escolhidos. São as estradas do sonho e do medo; da conquista e da frustação e por eles a vida se constrói, se concretiza. Outro dia eu fiquei pensando qual seria a melhor escolha para a busca de meu sonho e pude perceber que qualquer um deles me serveria, bastava que eu quizesse e que eu definisse o destino. Todos os caminhos me levaria para um novo momento, para uma nova definição. Não sei se só acontece comigo, mas eu não sabia o que estava querendo, aonde ir e o que fazer. Nesse caso, sou inconsequentemente um improviso, um risco assumido sem análise e sem avaliação. Em outras palavras, um maluco que acredita na estrada e na vida. As estradas, os caminhos são muito importantes para cada um de nós que quer ir ou vir. Eles existem para que a gente possa escolher aonde quer chegar. No meu dia a dia eu não vejo caminhos, mas quando tenho tempo faço deles uma viagem sem pretenção, sem planejamento e ai tudo acontece já que as estradas estão lá. Basta escolhê-las e ir adiante. Quem nunca fez isso de boa intenção, experimente e curta um pouco de seu tempo nas asas de um caminho que nos leva a qualquer lugar. Isso é que inconsequência improvisada. Sem gosto de sal na boca e sem o desejo de ganhar, só por que fez uma experiência de vida, leve e solta, sem se preocupar com o ponto final. Publicado por Marcos Maia @ 12/26/2006 08:21:00 PM |
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