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| Sábado, Janeiro 20, 2007 Eu no Citibank Hall ![]() Até que me garanto um pouco como compositor de músicas populares. É uma das grandes satisfações, minhas, o ato de fazer músicas. Venho há muito tempo brincando desse esporte cultural e até que faço um meio de campo rezoável. Dia desses - início de dezembro - fui convidado para encerrar um Show do Banco de Talentos da Febraban em SP, no Citibank Hall, com bastante gente e muita festa. Eles queriam homenagar o FREVO e como conheciam um frevo de minha autoria - Vendaval da Ilusão - fui convidado a gravar num CD e encerrar aquele belo evento. Foi uma experiência neurótica. Nunca fui cantor na vida e enfrentar uma plateia grande, um povo mais exigente e uma banda maravilhosa, sob a maestria do grande Marcos Romera, não foi fácil. Dei o meu recado, a experiência foi boa, adrenalina altíssima, emoção explodindo pelos poros e haja coração e fôlego. Cantei o frevo dançando e depois os artistas participantes entraram no palco cantando comigo e o bis, também, imediatamente foi o Vendaval da Ilusão. Resultado; sobrou alegria e faltou fôlego. Foi um bom momento para mim - vejam a foto - mas vou me aquietar como compositor e deixar que os cantores cantem. Eu nasci pra fazer poesia e música. Cantar é coisa pra passarinho. Eu compreendo a vontade de se fazer poesia pra encher de fantasia uma lembrança, a saudade a tristeza, a liberdade mas há de ter emoção a métrica, a rima, o chavão e o espírito de profeta Muitos querem ser poeta Poucos neste mundo são. Publicado por Marcos Maia @ 1/20/2007 11:42:00 PM 0 Comments: |
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