Terça-feira, Dezembro 04, 2007

Só me sobrou o triângulo...




Quando a gente pensa que o tempo está ficando escuro, o azul surge como uma fantasia de carnaval, sem compromisso e desprovidade de planejamento. É bom demais por que desclassifica o ritual e dispensa a formalidade. Ai as coisas são autênticas nobre.

Eu, meramente um simples composotor e metido a poeta gozo de uma sorte de encontrar caminhos que me leva a lugares que não planejados, fazem-se importantes (não é o livre arbítrio, é puramente sorte) e a gente precisa registrar num Blog se não mais tarde perde de vista.

Feriado, eu, simplesmente solitário, recebo um telefonema de Valerinho a respeito de uma fatalidade: Cunca estaria aniversariando. Fui à casa de LAILSON - seu cunhado ´e lá encontrei os amigos que chegavam aos poucos e sorrateiramente. Cada um trazia um instrumento à mão. Resultado dessa fatalidade; hamonia musical e esquecimentos de todos os compromissos do resto do dia.

Uma reunião com os melhores músicos de Brasília, todos de origem nordestina - como eu - cantamos, tocamos, gritamos e por fim, fizemos aquilo que nenhum psicólogo é capaz de propiciar: alegria, música e felicidade.

Só me sobrou um triângulo para fazer uma perninha, mas que bom poder tocar um instrumento.

Publicado por Marcos Maia @ 12/04/2007 07:30:00 PM

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